sábado, 20 de setembro de 2008

Cadê?


Cadê a força que me envolveu até hoje?
Cadê o desejo de não mais te ver?
Porque agora quero morrer a te dizer um não?
Você que me causou tanta decepção.

Cadê, meu Deus,a minha certeza
que percebo, hoje, estava me iludindo.
Não consigo me desviar de você, eu sinto
Será que vou ter que passar
por tudo aquilo outra vez?

É certo que foi maravilhoso
por esse motivo é que foi doloroso
quando o fim se aproximou
e me arrancou de qualquer maneira
o que eu regava em meu coração:
o teu mísero amor.

Te falo em prece senhor e te suplico
Levanto minhas mãos ao alto e te enalteço
Será que não já paguei minha dívida contigo
ou tenho ainda que padecer para teu apreço

O que é isso que me ferve por dentro
me deixa cega e me faz perder a cabeça, os sentidos
Sei que não devo, isso eu penso, eu falo, escrevo
mas é dificil seguir a razão sempre que eu te vejo

Um comentário:

Coluna do Domingos disse...

As dúvidas as decepções são sempre ferramentas para grandes inspirações poéticas, quanto a mim estou escrevendo o rascunho de um livro de posesias totalmente digital, gostaria que lesse e em seguida comentários.
www.colunadomignos.blogspot.com

cordialmente,
Luiz Domingos de Luna